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Auxílio Maternidade Urbano

A rotina com o bebê apertou? Entenda por que adiar o seu Salário-Maternidade pode custar caro

Entre fraldas, choros agudos e noites mal dormidas, muitas mães acabam deixando a documentação do Salário-Maternidade para depois. Entenda por que o tempo é o seu maior inimigo no INSS e como garantir o seu direito sem pagar nada agora.

A rotina com o bebê apertou? Entenda por que adiar o seu Salário-Maternidade pode custar caro

Sabemos exatamente como é: a rotina de uma gestante ou de uma mãe de recém-nascido é uma verdadeira montanha-russa. São consultas, exames, fraldas, noites em claro e uma dedicação exclusiva que consome 100% do seu tempo.

Nesse turbilhão, é super normal visualizar uma mensagem no WhatsApp, pensar "depois eu respondo" e acabar esquecendo. O problema é que, quando o assunto é o INSS, o tempo que passa é dinheiro que você pode estar perdendo.

Se você está lendo este artigo, provavelmente um de nossos especialistas analisou o seu caso preliminarmente e viu que você tem um grande potencial para receber o Salário-Maternidade (um benefício que ultrapassa os R$ 6.400,00).

Para que você entenda a importância de não deixar esse assunto esfriar, separamos 3 motivos cruciais para você retomar o seu atendimento hoje mesmo:

A nova regra do STF e o relógio contra você

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) mudou as regras a favor das mães. Antes, mulheres autônomas, donas de casa ou MEIs precisavam pagar 10 meses de INSS antes do parto. Hoje, essa carência caiu! Porém, existe um detalhe estratégico: a depender do seu caso, a regularização do seu cadastro no INSS precisa ser feita antes do bebê nascer. Se você demorar a nos enviar seus documentos e o parto acontecer antes da regularização, o direito pode ser perdido para sempre.

O "Período de Graça" para desempregadas tem prazo de validade

Se você está desempregada, a lei te protege através do chamado "Período de Graça". Isso significa que o INSS mantém o seu direito ativo por um tempo após a sua demissão (geralmente de 12 a 36 meses). No entanto, se não agirmos rápido para comprovar essa proteção, o sistema do governo pode bloquear o seu acesso ao benefício.

O dinheiro pode ficar para o Governo

Você tem até 5 anos após o nascimento do bebê para dar entrada no pedido. Contudo, quanto mais você adia, mais burocrático o INSS costuma ser em relação aos documentos antigos. Se você já tem o direito, por que deixar mais de R$ 5.600,00 parados nos cofres do governo quando esse dinheiro poderia estar ajudando no enxoval, nas fraldas e no conforto da sua família agora?

Nós fazemos o trabalho pesado por você (Risco Zero!)

Entendemos o seu cansaço, e é exatamente por isso que o nosso escritório existe. Você não precisa enfrentar filas, ligar para o 135 ou lidar com a burocracia do aplicativo Meu INSS.

Nós montamos a sua pasta, cuidamos de toda a papelada e o melhor: trabalhamos com Risco Zero. Você não tira nenhum centavo do bolso para iniciarmos o seu processo. Nossos honorários só são pagos lá no final, quando o dinheiro já estiver garantido e liberado na sua conta!

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